É preciso cautela, e não se esquecer de si mesmo. Atenção e desvelo...
Cultivar a paciência com intenções infinitas no sentimento do bem.
E também a quietude e a displicência, ao se deixar levar pelos pensamentos mais tormentosos.
Maturidade: caminhar pelas calçadas pensando no mundo... (suas reações e omissões em cadeia).
No calor de nossas casas fechadas, o excesso de notícias negativas, vindas de onde não temos nada a ver com isso.
Um artigo no jornal querendo ser de suma importância, enquanto logo ali em frente um cachorro faz cocô na calçada.
Rosnar na hora certa é de suma sabedoria. Sonhos podem ser coloridos...
Minha covardia: escondo mil coisas bem longe das calçadas... E muitas vezes o mundo não passa de um cocô sem chão embaixo.
“Sobre tudo e nada ao mesmo tempo”
Roberto Fernandes
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