Fico sem rumo certas horas
Nesse amor sei de quase tudo
E me agarro a esse tudo que só eu penso existir
Loucura ou candidez?
Forçado a ser forte como gente que nunca morre...
Com seu riso na memória – as horas voam
Não esqueci o perfume da rosa
Conheço os jardins
Será que é muito tarde?
Por que tudo está tão quieto?
Estou há séculos conversando com os ventos
Tenho já montanhas aqui de tanto falar
Talvez um dia algum segredo se revele por entre as
coisas ditas ou não ditas
(Sem sentido certas horas – Roberto Fernandes)
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