Te deixo sem tempo
Sem fôlego
Desligo a televisão
Nada mais está lá fora
(Não importa o silêncio que há)
Nos olhamos mais uma vez
A fundo
E brincamos com o fim e suas parecências
Nesse quarto de motel inexplicável
De atapetado ofegante
(“Motel” – Roberto Fernandes)
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