Ouvindo Bob Marley
Vejo a menina e o mar pela janela
As cortinas azuis adoram o vento
Azuis esvoaçantes
A água do mar faz uma linha
Costura o céu no horizonte
A tarde nunca mais vai cair
Os barcos balançam infinitos
Ali deitados os olhos da menina
Confio segredos às frestas do telhado colonial
Nem tudo digo à luz de palavras
A menina exala seu perfume tranquilo
Em seus cabelos ao vento está tudo que podíamos ser
O outro lado da janela é um mar em vazante
Inabitual
(“Janela Colonial” – Roberto Fernandes)
lírico, comovente
ResponderExcluiramo O caminho de Oxóssi
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