domingo, 8 de janeiro de 2012

Língua de flor bela.

Língua de flor bela,
Culta ao tempo e às quimeras,
Com silêncios capazes de eternidades.
De riqueza passageira, porém pura.
Chama de vela em mina,
Sou amor e outra hora já não sou,
Obscuro e desconhecido.
Sigo cheio de saudade
Devido ao afastamento dos corpos,
Depois da morte.
Das palavras que não se divinizam...
Do que se disse ou desdisse,
Como um aroma.
Língua de flor bela...
(Roberto Fernandes)

Dizendo assim.

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