A
era de rios fétidos e químicos.
A
era de celas tecnológicas - tormentosas celas.
Tudo
nela se escreve e lê.
Tudo
exposto em carne e pensamento. Total fotografia.
Todo
desejo de tempo.
As
horas antigamente cantavam. Não se perdiam.
Não
eram roubadas.
Sabiam
o que eram formigas, ruas, hortelã ou uvas passas...
Horas
ardiam, até.
Nessa
ciranda de solitários e aflitos.
Sobre
o teclado do imperecível, a algoz educação.
Estendo
corpos: pletora.
Nada
comunica. Se embrenha.
Essa
necessidade de muitos. Soltura.
(“TRIPTAK”
– ROBERTO FERNANDES)
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