Vontade de parar o tempo.
Se o tempo de parar fosse...
E, em tudo pensar um pouco –
feituras e omissões.
Vontade de rir com graça.
Mesmo com toda esta desgraça.
Até lhe acordar, enfim.
Vontade de entender de amor.
Uma fonte d’água depois é um rio.
Entender com os erros.
O que as falhas na parede do
cotidiano revelam?
E qual a pergunta certa?
(“Por você e por mim” – Roberto
Fernandes)
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